Roseanne Clear. William Grene. Duas vidas, tragédia, dor, sofrimento, maldade, amor, muito amor, ingenuidade. sexta-feira, 22 de maio de 2009
O Travo Amargo da Loucura
Roseanne Clear. William Grene. Duas vidas, tragédia, dor, sofrimento, maldade, amor, muito amor, ingenuidade. terça-feira, 21 de abril de 2009
Vitamina B(ellini)
Confesso que não conhecia a veia escritora de Tony Bellotto. Marido de Malu Mader e guitarrista da banda rock “Titãns”, Bellotto escreveu já três romances policiais (“Um Caso de Espíritos”, “Bellini e a Esfinge” e este “Um caso com o Demónio”) com o detective Remo Bellini como principal protagonista.segunda-feira, 20 de abril de 2009
Terra Pequena, Inferno Grande
A morte, o suicido, a perda, o isolamento não são nem nunca serão temas de fácil trato. A dor, ainda que esquecida ou ignorada é ferida que tarda a sarar. Por vezes fica. E mata.
O mistério ficou. Para sempre.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Autobiografia de um indiano Mal-amanhado
Luz e Escuridão. Eis a índia revelada por Aravind Adiga em “O Tigre Branco”, vencedor do Man Booker Prize de 2008, uma obra que utiliza o sarcasmo para fazer o retrato cru de um país real, pobre, corrupto, mal-amanhado. Adiga esquece o politicamente correcto e conta a história de um self-made man indiano que, farto do destino que a sua casta se reservou, se torna num empresário de sucesso à custa de alguma “habilidade” e coragem que só um contexto económico como se vive na índia permite. Não existe saneamento básico nem condições de vida decentes para mais de 90 por cento da população mas o auto-didactismo empresarial revela-se a cada esquina.“O Tigre Branco” é, sem dúvida, um livro a não perder que utiliza uma linguagem simples, directa, sarcástica e apaixonante. Devemos agradecer a Shiva, Brahama ou Adiga?
Ainda e Sempre o Holocausto
Foi um dos livros mais badalados pela imprensa espanhola no ano de 2007 e chegou mesmo a ganhar o Prémio Nacional da Crítica e foi finalista do Prémio Salambó. “A Ofensa”, de Ricardo Menéndez Salmón, editado pela Porto Editora, é um dos melhores livros que li recentemente e apenas peca pelas poucas páginas que relatam a história de um pacato alfaiate alemão de Bielefeld, amante de música clássica.O personagem principal da trama, o alfaiate Kurt Cruwell, ao assistir a um episódio durante a ocupação germânica em França, nega, subconscientemente, os sentidos e todo o que daí provém. Torna-se um autómato mas, aos poucos volta a descobrir o doce sabor das sensações depois de uma recuperação psiquiátrica e da companhia de uma enfermeira muito especial, mais tarde sua companheira.
sexta-feira, 20 de março de 2009
A Arte de Escrever um Livro

quinta-feira, 12 de março de 2009
Mão Maldoror Morta

A encenação é de António Durães, a cenografia de Pedro Tudela, os figurinos de Cláudia Ribeiro, a videoplastia de Nuno Tudela e o desenho de luz de Manuel Antunes. A não perder, à imagem do que a banda já nos ofereceu.